O brilho da escuridão

Apesar de ser escritora, ainda considero que há determinadas emoções, atitudes, comportamentos que as palavras não conseguem exprimir.

Considero-me uma pessoa altruísta em muitos aspetos da minha vida e algo que nunca consegui explicar na minha forma de ser é a minha condescência para com o próximo que, na maior parte das vezes, é confundida por insegurança.

Estava agora mesmo a ver um filme, “Treinador Carter” que retrata valores como a integridade e o respeito, na consideração de que todas as pessoas e no caso adolescentes em situação social precária, podem e devem ter a oportunidade de ser alguém. É só preciso incutir a missão, objectivo e o exemplo. É durante o desenrolar da história que um desses adolescentes cita algo, que ainda vou procurar na Internet de quem é, que melhor descreve como sou, e passo a citar:

“… O nosso maior receio não é que sejamos inadequados

O nosso maior receio é que sejamos inestimávelmente poderosos

É a nossa luz, não a nossa escuridão que mais nos assusta

Os atos insignificantes nada servem ao mundo

Não há nada de grandioso encolher para que os outros à nossa volta não se sintam inseguros

Todos nascemos para brilhar como fazer as crianças,

Não é só em alguns de nós, é em todos nós,

E, enquanto deixamos a nossa luz brilhar inconscientemente deixamos os outros fazer o mesmo.

Como estamos libertos do nosso próprio receio, a nossa presença liberta automaticamente os outros’.

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